sábado, 22 de fevereiro de 2014

SINAIS DE CANSAÇO DO SOL PREOCUPAM PESQUISADORES

Cansaço do Sol | Notícias | The History Channel
A comunidade científica está mostrando uma certa preocupação com a atividade "estranha e sonolenta" do Sol. Eles estão se perguntando como que esta atual fase do nosso astro, a mais fraca em termos de atividade registrada ao longo de um século e meio, poderia afetar a Terra.
 
Durante muito tempo, as manchas solares foram uma constante durante o ciclo solar, que dura, aproximadamente 11 anos. Atualmente, estas manchas e também as labaredas solares têm passado por um declínio acentuado em sua ocorrência. Desde o início do último ciclo solar, em dezembro de 2008, o número de manchas solares observadas está bem abaixo da média dos últimos 250 anos. Na verdade, de acordo com cientistas da Administração Nacional de Oceanos e Atmosfera dos Estados Unidos, este é o mais fraco ciclo de atividade do Sol nos últimos 50 anos.
 
Além disso, o Sol também está apresentando anomalias na mudança de polaridade dos seus campos magnéticos. Normalmente, os polos sul e norte invertem simultaneamente a sua polaridade durante cada ciclo. Este é um processo em que os campos magnéticos são enfraquecidos quase ao ponto de desaparecerem para, então, ressurgirem com a sua polaridade invertida. No entanto, durante o ciclo atual, os polos parecem estar fora de sincronia: apenas o polo norte inverteu sua polaridade, que agora é a mesma do polo sul.
 
Alguns especialistas concordam que este fenômeno é resultado do início de uma longa e baixa atividade solar, como a que ocorreu entre 1650 e 1715, quando foram observadas poucas manchas solares. Esse período, conhecido como o "Mínimo de Maunder", ocasionou um resfriamento em algumas regiões do Terra, época chamada de "Pequena Idade do Gelo" na América do Norte e na Europa. Ou seja, estas áreas estariam sujeitas a invernos mais rigorosos do que o normal.

Fonte: HISTORY CHANNEL
http://noticias.seuhistory.com/sinais-de-cansaco-do-sol-preocupam-pesquisadores

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Três caçadores de tempestade entre os 13 mortos por tornados no Oklahoma

Três caçadores de tempestade entre os 13 mortos por tornados no Oklahoma
REUTERS
Por Daniel Trotta e Jonathan Allen
3 Jun (Reuters) - Três caçadores de tempestades estavam entre as 13 pessoas mortas por tornados que invadiram a região central de Oklahoma na sexta-feira, ressaltando o alto risco no rastreamento de tornados e forçando a mídia a repensar a forma como cobre tornados mortais.
Tim Samaras, de 55 anos, um dos principais caçadores de tempestades e fundador da empresa de pesquisa de tornado, Twistex, foi morto no subúrbio da cidade de El Reno, em Oklahoma, juntamente com seu filho, Paul Samaras, 24, e Carl Young, de 45 anos, um meteorologista da Twistex, de acordo com uma declaração do irmão de Tim Samaras, Jim Samaras.
"Ele vai ser lembrado principalmente como alguém que tentou ajudar a salvar vidas", Jim Samaras disse à Reuters, afirmando que seu irmão tinha feito muita pesquisa e trabalho inovador com sondas e outros instrumentos colocados no caminho de tornados para coletar dados.
"Ele morreu fazendo o que amava e, literalmente, colocou sua vida em risco para salvar os outros", disse ele.
Cinco tornados tocaram o chão no centro de Oklahoma e causaram alagamentos repentinos 11 dias após um tornado classificado como EF5, o ranking mais poderoso, atravessar o subúrbio da cidade de Moore, no Oklahoma, matando 24 pessoas. Tempestades severas também varreram o Estado vizinho do Missouri, enquanto Moore sofreu apenas danos limitados desta vez.
No domingo, autoridades médicas de Oklahoma colocaram em 13 o número de mortos no Estado, incluindo quatro crianças. As autoridades do vizinho Missouri, disse que houve pelo menos três mortes na sexta-feira em inundações desencadeadas pelas violentas tempestades.
Como de costume, os chamados caçadores de tempestade acompanham de perto a tempestade para medir seu poder, colher dados e captar vídeos para alimentar o apetite da televisão e Internet por imagens dramáticas.

domingo, 2 de junho de 2013

Tornado em Oklahoma já matou pelo menos 9 pessoas

Tornado em Oklahoma já matou pelo menos 9 pessoas
Tornado em Oklahoma já matou pelo menos 9 pessoas
Washington, 1 jun (EFE).- As inundações dificultam neste sábado os trabalhos de emergência em Oklahoma, onde um tornado deixou pelo menos sete adultos e duas crianças mortas, enquanto foi declarado estado de emergência no Missouri, onde as tempestades deixaram mais de 100 pessoas sem energia.
O porta-voz da polícia de Oklahoma City, o tenente Jay Barnett, disse que 'a inundação é o maior problema na área metropolitana'.
'Há áreas da cidade que normalmente não se inundam mas que agora estão alagadas', acrescentou Barnett.
O instituto médico legal de Oklahoma City informou nesta manhã que pelo menos sete pessoas morreram, a maioria indivíduos que estavam em seus veículos quando o tornado atingiu a região. Mais tarde, o número de vítimas fatais foi atualizado.
A polícia do condado de Canadian disse que durante a noite pelo menos outros cinco tornados tocaram terra na região. A polícia e a Cruz Vermelha estão percorrendo hoje a área afetada pelo tornado que atingiu o estado na hora de maior tráfego de veículos na estrada que conecta os subúrbios do leste e o oeste de Oklahoma City.
As chuvas deixaram, em alguns lugares, uma inundação de 1,20 metros. Durante a noite, quando as tempestades se dirigiram rumo ao nordeste, o governador do Missouri, Jay Nixon, declarou estado de emergência no estado.
A área de St. Louis foi a mais atingida pelas tempestades e no Estado há atualmente cerca de 89.000 moradores sem abastecimento de energia.
Os blecautes em Oklahoma afetaram nesta manhã mais de 85.000 pessoas.

Copyright (c) Agencia EFE, S.A. 2010, todos os direitos reservados

sábado, 1 de junho de 2013

Tornados deixam 5 mortos em Oklahoma e se movem para nordeste dos EUA


Tornados deixam 5 mortos em Oklahoma e se movem para nordeste dos EUA
REUTERS
OKLAHOMA CITY, Estados Unidos, 1 Jun (Reuters) - Tornados mataram 
cinco pessoas no centro de Oklahoma, nos Estados Unidos, incluindo uma mãe
 e seu bebê, ameaçando Oklahoma City e o subúrbio duramente atingido de 
Moore, antes de se moverem para o nordeste do país na madrugada deste sábado.
O Serviço Meteorológico Nacional afirmou que a ameaça de clima severo se 
deslocará em direção aos Estados vizinhos de Illinois e Missouri, onde o governador 
Jay Nixon declarou estado de emergência na sexta-feira.
Os tornados atingiram a região apenas 11 dias após um tornado de categoria EF5, o mais poderoso na 
classificação desses fenômenos naturais, devastar Moore e matar 24 pessoas.
A mãe e o bebê morreram na sexta-feira enquanto viajavam na rodovia Interestadual 40, a oeste de Oklahoma City, 
quando seu veículo foi pego pela tempestade e foram sugados para fora, disse a porta-voz da Polícia Rodoviária
 Oklahoma, Betsy Randolph. A rodovia foi fechada devido à tempestade, com vários acidentes e lesões.
Duas das cinco mortes em Oklahoma na sexta-feira ocorreram em Union City e uma em El Reno, em áreas rurais a 
oeste de Oklahoma City, disse a porta-voz do Instituto Médico Legal (IML), Amy Elliott. Ela não pôde confirmar 
onde as outras mortes ocorreram.
Mais de 40 pessoas estavam sendo tratadas por ferimentos relacionados à tempestade, incluindo cinco em 
estado grave, entre elas uma criança, de acordo com um hospital de Oklahoma.
Meteorologistas já haviam declarado emergência para tornado na área metropolitana de Oklahoma City e até 
chegaram a emitir um aviso de tornado para Moore, que teve danos limitados desde as últimas tempestades, 
disse um policial enviado à cidade.
Um tornado atingiu a Interestadual 40 em direção a Oklahoma City, tombando caminhões e arremessando
 fardos de feno, disse uma testemunha. Imagens de TV mostraram linhas de energia derrubadas e carros jogados,
 já que os sistemas climáticos despejaram pelo menos 3 centímetros de chuva, isolando motoristas na inundação.
"Por razões que não são claras para mim, mais pessoas saíram às ruas, mais do que esperávamos. Todos 
agiram de forma diferente nesta tempestade, e como resultado criou-se uma situação extremamente perigosa", 
disse o prefeito de Oklahoma City, Mick Cornett.
"Eu acho que ainda estamos um pouco abalados com o que aconteceu em Moore. Nós ainda estamos 
enterrando filhos e vítimas, então nossas emoções ainda são fortes", acrescentou.
Brandi Vanalphen, de 30 anos, estava entre as centenas de motoristas presos no trânsito, enquanto 
tentava fugir do sistema de tornados no subúrbio de Norman.
"O que me assustou foi ficar presa no trânsito", disse ela. "Eu comecei a ver flashes de energia para o norte...
as pessoas começaram a dirigir sobre a grama."
A governadora de Oklahoma, Mary Fallin, disse à CNN que os motoristas enfrentaram um grande 
perigo ao ficarem presos em qualquer rodovia no caminho do tornado.
"O que vimos a partir dos tornados que passaram por Moore e os outros na semana passada foi que
as pessoas que estavam em carros na Interestadual foram mortas", disse Fallin à CNN.
(Por Heide Brandes, com reportagem adicional de Suzi Parker, em Little Rock; de Brendan O'Brien, 
em Milwaukee; de Tom Brown, em Miami; de Colleen Jenkins, em Winston-Salem; de Tim Bross, em St. Louis;
 e de Karen Pierog, Chicago)

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Níveis dos mares vão crescer 69 centímetros até 2100

Novo estudo aponta que, até o fim do século, oceanos não terão taxas de crescimento tão expressivas quanto se esperava

por Redação Galileu

Editora Globo
Crédito: Shutterstock
Um estudo feito por uma equipe de cientistas de várias faculdades internacionais, batizada de Ice2sea, mostra que, até 2100, os níveis dos oceanos ficarão até 69 centímetros maiores. Isso acontecerá por causa das mudanças climáticas - água mais quente se expande e placas de gelo irão derreter e serem absorvidas pelo oceano.
Antes deste estudo era difícil saber o quanto os níveis dos oceanos aumentariam - e o quão rápido isso aconteceria. Para fazer as previsões, pesquisadores estimaram que se as emissões de dióxido de carbono continuarem crescendo até 2100, teremos um oceano 36,8 cm. mais alto. Adicionado ao tanto que os níveis das águas já subiram neste século, teríamos uma taxa de crescimento de 69 cm.
A estimativa não está tão distante do relatório Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC) que, em 2007, previu um aumento de 59cm. Na época, as estimativas foram consideradas muito otimistas.  Estudos posteriores apontaram um crescimento de até 2 metros.
Os cálculos do Ice2sea estão sendo levados mais a sério pois eles levam em consideração a quantidade de calor que oceanos mais quentes podem transmitir para placas de gelo. Para isso, são consideradas as mudanças que a atmosfera causa nas águas.
Isso não significa que podemos parar de nos preocupar com as mudanças climáticas. Mesmo que o crescimento dos níveis dos oceanos sejam menores do que pensávamos neste século, os efeitos do aquecimento global irão continuar por centenas de anos. Registros passados mostram que, quando a Terra era poucos graus mais quente do que é hoje, os níveis dos oceanos eram dezenas de metros maiores. E é certo que este crescimento na temperatura está chegando - ele só deve demorar um pouco mais.
FONTE REVISTA GALILEU

Do 8 ao 80 - Como as ondas de calor no Hemisfério Norte podem levar a frio mais intenso aqui?

Vários países do Hemisfério Norte, dentre eles o Japão, onde 66 pessoas morreram e 1500 foram hospitalizadas nos últimos dias, passam por históricas ondas de calor. Na Rússia, Moscou teve na segunda-feira o dia mais quente em 130 anos de registros históricos com 37,5ºC, superando o recorde anterior de 36,8ºC, de 7 de agosto de 1920. A marca bateu também o recorde de julho que era de 36,5ºC em 30 de julho de 1936. A temperatura neste mês de julho está incríveis 10ºC acima da média histórica na capital russa, fazendo deste o julho mais quente da história em Moscou.

Os moradores de Moscou têm sofrido para lidar com o calor. Lojistas esgotaram seus estoques de ventiladores e ar condicionados, e a maioria dos bares e cafés fica sem gelo e cerveja gelada no começo da tarde. Centenas de pessoas já morreram neste mês afogadas tentando se refrescar em rios, lagos e açudes. Em um só dia foram mais de 70 mortes.

O calor, associado a um sistema de alta pressão que estabeleceu um bloqueio atmosférico, é extremo também em vastas áreas do Oeste e do Sudoeste da Rússia, além da Ucrânia. Esta é a uma das principais regiões agrícolas russas e que sofre pesadas perdas devido à falta de chuva, o que já elevou os preços dos grãos nos mercados internacionais. As autoridades chegam a falar na pior seca em um século.

A onda de calor provocou incêndios florestais e destruiu milhares de hectares de plantações. Pavel Skurikhin, presidente da União Nacional de Produtores de Grãos, diz que está prevista uma redução de até 25% na safra de grãos deste ano, em relação ao ano anterior. Só um incêndio já consumiu mais de 26 mil hectares de floresta.

A fumaça chegou à capital russa e Moscou tem estado coberta por um manto de fumaça. Nas últimas 24 horas foram identificados 63 novos incêndios nos arredores de Moscou. Os moradores mais antigos de Moscou recordam do verão de 1972, quando a seca trouxe incêndios ainda piores.

Apesar destas impressionantes ondas de calor, o planeta se resfria neste mês de julho. Observe as quatro áreas assinaladas no mapa de anomalia da temperatura da superfície do mar no mundo. A queda da temperatura da Terra neste mês está associada ao enorme resfriamento do Pacífico Equatorial em episódio de La Niña que a MetSul Meteorologia está alertando aos seus clientes, atenção, pode ser um dos mais intensos das últimas décadas. Observe que, assim como as anomalias muito positivas de temperatura do mar favoreceram o fevereiro tórrido no Sul do Brasil e no Sudeste, as águas estão agora muito quentes junto às regiões que passam ou recém enfrentaram ondas de calor intensas como a Rússia, Japão e o Nordeste dos Estados Unidos.

Se por um lado algumas regiões do globo têm calor extremo, outras têm frio histórico, como se a atmosfera buscasse equilíbrio e uma compensação. A recente onda de frio na América do Sul que deixou mais de 100 mortos com neve sem precedentes em áreas da Argentina e Bolívia é um exemplo. Lima, capital peruana, teve a menor temperatura em 40 anos. Buenos Aires registrou a menor mínima desde 1991 e pela primeira vez dois dias seguidos com mínimas negativas sem seu observatório central desde 1967. Atente no mapa abaixo para as anomalias negativas de temperatura impressionantes registradas na América do Sul entre 12 e 19 de julho deste ano, segundo a NASA (comparação com as médias 2000/2008).

A persistência do calor intenso no Norte do planeta, para nós da MetSul Meteorologia, assim, é um sinal que teremos ainda eventos significativos a extremos de frio aqui no Estado e Cone Sul no que resta deste inverno e na primavera. A próxima semana, por exemplo, é um claro exemplo desta idéia, quando uma poderosa massa de ar polar deve voltar a atuar na Argentina, Uruguai, Paraguai e Brasil.



Autor: Eugenio Hackbart

Publicado em 28/07/2010 10:46

No fim de maio, asteroide passa próximo à Terra

No dia 31 de maio, o asteroide 1998 QE2 deve fazer uma passagem a 5,8 milhões de km de distância de nosso planeta

por Redação Galileu
 Editora Globo
A rota do asteroide, representada em verde - pela imagem parece que ele irá passar pela Terra 'de raspão', mas a Nasa garante - a distância é 15 vezes maior do que a que nos separa da Lua // Crédito: NASA
Nada de pânico - a distância que separará a Terra do asteróide 1998 QE2 neste dia 31 de maio está longe de preocupar astrônomos. Mesmo assim, a oportunidade empolga cientistas, que tentarão descobrir mais detalhes sobre a rocha que irá cruzar nossos céus a uma distância equivalente a 15 vezes a da Lua. E, caso você tenha um telescópio-radar de 70 metros a sua disposição, também poderá observar o fenômeno.
A Nasa, pelo menos, afirma que irá fazer imagens com os observatórios Goldstone e Arecibo. Espera-se que o resultado seja uma série de imagens em alta resolução.
De acordo com os cálculos dos cientistas, essa será a viagem mais próxima que o 1998 QE2 irá fazer da Terra pelos próximos dois séculos. Estima-se que o asteroide tenha 2,7 km de comprimento, mas ainda não se sabe qual é sua aparência. Se você acompanha as notícias da astronomia já deve ter visto rochas espaciais das mais variadas formas: esferoides, forma de diamante e até rochas alongadas. Entre os dias 30 de maio e 9 de junho, cientistas da Nasa já pretendem ter fotos dele.
Via NASA
FONTE: REVISTA GALILEU

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Superlua aparecerá no dia 23 de junho


Superlua aparecerá no dia 23 de junho

Por , de INFO Online
 
• Quarta-feira, 22 de maio de 2013 - 12h21

NASA/Sean Smith
São Paulo - A superlua, um fenômeno em que o satélite natural da Terra fica maior e mais brilhante do que o comum em uma Lua cheia, acontecerá no dia 23 de junho. Este também será o encontro mais próximo da Terra com a Lua do que todo o ano de 2013.
A superlua acontece quando a Lua chega ao seu ponto mais próximo da Terra. O fenômeno é também chamado de “perigeu lunar”, já que a órbita lunar tem o formato de elipse, e não de círculo.
As Luas cheias variam de tamanho por causa de sua órbita oval. O trajeto elíptico tem um lado (perigeu) cerca de 50 mil km mais perto da Terra do que o outro (apogeu). Para um observador no planeta, as Luas perigeu ficam 14% maiores e 30% mais brilhantes do que a apogeu.
No perigeu, a Lua estará a apenas 356 quilômetros de distância às 07h32, segundo o horário de Brasília. Já em 9 de julho, a Lua vai oscilar para apogeu, a 406 quilômetros de distância da Terra.
A proximidade da Lua pode aumentar um pouco as marés, mas não há com o que se preocupar: as variações serão de apenas alguns centímetros a mais do que o normal. A Nasa, agência espacial americana, alerta também que as Luas perigeu não disparam desastres naturais.
Para quem quer tirar belas fotos, outra dica da Nasa: o melhor momento para observar a Lua é quando ela ainda está perto do horizonte. Em contraste com árvores e prédios, ela parecerá ainda maior.

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

O fator humano sobre a mudança climática


Warm
Crédito: Getty Images.
É “muito provável” que as atividades humanas sejam “uma das principais causas do aquecimento” da Terra desde 1950, segundo um estudopublicado na revista Nature Geoscience. Segundo os autores, na época a contribuição dos fenômenos naturais para o aquecimento global, como a radiação solar, era “próxima a zero”.
A maioria das previsões sobre o aumento das temperaturas provocado pelos gases do efeito-estufa emprega uma técnica chamada “mapeamento ideal”, que envolve análises estatísticas de complexos modelos climáticos. "É uma técnica eficaz, mas para muita gente, é uma caixa preta", explica Reto Knutti, do Instituto de Ciência Climática e Atmosférica da Suíça, um dos co-autores do novo estudo.
Knutti e o pesquisador Markus Huber preferiram se concentrar na mensuração dos fatores que influenciam a quantidade de energia total do planeta – por exemplo, a radiação solar, a energia solar que deixa a Terra, o calor absorvido pelos oceanos e refletido pela neve e o gelo, assim como os efeitos dos gases-estufa. Os pesquisadores combinaram diferentes parâmetros milhares de vezes, utilizando um modelo bem mais simples.
Apesar das diferenças entre as técnicas, os resultados foram bastante similares aos encontrados por modelos existentes.
Levando em consideração todos esses fatores, os pesquisadores descobriram que o aquecimento da Terra deveria ter sido de 0,51°C nos últimos 60 anos, muito próximo do aumento observado anteriormente, de 0,55°C. Também descobriram que alterações na radiação solar foram responsáveis por mais de 0,07°C.
Mesmo considerando a possibilidade de uma “oscilação” natural aleatória no clima da Terra, ela dificilmente seria responsável por mais de 26% do aumento observado da temperatura; mesmo se o clima do planeta variasse três vezes mais que a média atual, ainda seria "extremamente improvável que a variabilidade interna produzisse uma tendência tão grande como a observada”, afirmam os autores do estudo.
Essas observações posteriores geraram manchetes como “75% do aquecimento global é causado pelo homem”. Mas como o climatologista Kevin Trenberth ressaltou em um e-mail publicado por Joe Romm no blogClimate Progress, essa visão é um tanto capciosa:
"Segundo o estudo, é muito provável que todo o aquecimento observado nos últimos 50 anos seja provocado por atividades humanas, enquanto a variabilidade natural pode ter contribuído com até 25% desse total em qualquer período comparável. A recente desaceleração do aumento da temperatura global sugere que a variabilidade natural contribuiu para equilibrar a ação humana".
De fato, o estudo da Nature Geoscience indica que, sozinhos, os gases do efeito-estufa deveriam ter aquecido o planeta em cerca de 0,85° C desde a década de 1950. A principal razão para as temperaturas globais não terem aumentado tanto é porque o aquecimento provocado pelodióxido de carbono e outros gases foi parcialmente neutralizado pelos mecanismos resfriadores dos aerossóis de sulfato, advindos de atividades industriais e erupções vulcânicas, que refletem a luz do Sol e desviam sua energia para o espaço.
Piers Forster, Professor de Mudança Climática da Universidade de Leeds, na Inglaterra, declarou ao blog Carbon Brief que o novo estudo é "bastante convincente”.
“As observações e a lei da conservação de energia demonstraram que os gases do efeito-estufa são responsáveis pelo aquecimento global, e este cenário alternativo viola essa lei da natureza. Demonstrações anteriores se basearam em modelos climáticos complexos, mas esta demonstração não precisou de tais modelos, apenas de observações cuidadosas da terra, do oceano e dos gases atmosféricos”, esclarece Foster.
Huber e Knutti concluíram que seu estudo, combinado com as evidências existentes, "levam a uma confiança ainda maior na influência humana como fator dominante para o aumento de temperatura observado desde a era pré-industrial”.


Fonte: Discovery Noticias - http://blogs.discoverybrasil.uol.com.br/noticias/clima/

Nicarágua: famílias são retiradas da área próxima ao vulcão San Cristóbal


O governo da Nicarágua reativou o alerta amarelo na região do vulcão San Cristóbal, que nesta quarta-feira voltou a expelir cinzas e gases, e removeu pelo menos 300 pessoas das proximidades do monte, que fica a 135 km da capital Manágua. O alerta vale para o Estado de Chinandega devido à possibilidade de erupção, segundo o Sistema Nacional para a Prevenção de Desastres (Sinapred).
A primeira-dama do país e também coordenadora do Conselho de Comunicação, Rosario Murillo, informou que na madrugada de terça para quarta-feira foram ouvidas pelo menos 15 explosões no vulcão. De acordo com as autoridades, a coluna de cinzas chega a 600 m de altura.
As localidades de Tonalá, Corinto, Chichigalpa e Puerto Morazán são as que ficam mais próximas do vulcão. O exército da Nicarágua enviou quatro equipes de apoio para a região, de acordo com o tenente-coronel Néstor Solís, chefe da Defesa Civil. O Sinapred também enviou cientistas ao local para avaliar o risco de uma grande erupção.
A última vez que o San Cristóbal registrou atividade foi em setembro deste ano. No entanto, em dezembro o vulcão voltou a expelir cinzas e o governo havia decretado alerta amarelo.

FONTE: Jornal do Brasil - http://www.jb.com.br/internacional/noticias/2012/12/26/nicaragua-familias-sao-retiradas-da-area-proxima-ao-vulcao-san-cristobal/

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

México aprova lei contra mudança climática


México aprova lei contra mudança climática
Crédito da foto: Getty Images
Como o vulcão mexicano Popocatepetl continua expelindo cinzas e gases estufa, os próprios mexicanos decidiram se mobilizar para reduzir as emissões de dióxido de carbono.
Uma lei recentemente aprovada pelo congresso mexicano reduzirá as emissões de dióxido de carbono em 30% até o ano de 2020, e em 50% até 2050, em relação às emissões registradas no ano 2000, informa aNature. Até o ano de 2024, 35% da energia elétrica do país deverá vir de fontes renováveis.
No entanto, tais leis podem se tornar um grande desafio para o México, que é a 11ª economia do mundo (e ocupa o mesmo lugar em emissão de gases estufa).
“Somos grandes criadores de leis. O problema é aplicá-las”, declarou àNature Juan Bezaury, especialista mexicano em políticas públicas. O país também tem a terceira maior reserva de petróleo do mundo, segundo a consultoria de petróleo DeGolyer and MacNaughton (com sede nos EUA), embora o jornal El Universal ressalte que boa parte dessa reserva não pode ser explorada com a tecnologia de hoje.
A produção da petrolífera estatal Petróleos Mexicanos já diminuiu de forma significativa na última década, e a opção pela energia renovável poderia afetar seriamente os cofres do governo mexicano.
Ainda assim, os legisladores mexicanos não parecem preocupados com a possibilidade de redução de combustíveis fósseis no México no futuro. A lei de mudança climática foi aprovada na câmara dos deputados doMéxico com 128 votos a favor e 10 contra. No senado, a aprovação foi unânime.
Talvez os membros da câmara pensem em aproveitar o sol dos desertos ou espalhar turbinas eólicas pelo litoral do país - ou talvez estejam apenas cansados da eterna poluição da Cidade do México.


Fonte: Discovery Noticias - http://blogs.discoverybrasil.uol.com.br/noticias/clima/

Derretimento de gelo na América do Sul poderia cobrir os EUA


A água do derretimento dos campos de gelo andinos ocorrido nos últimos doze anos seria suficiente para cobrir os Estados Unidos com uma camada de 3,3 centímetros de água, descobriu um novo estudo. A velocidade do derretimento aumentou cerca de 50% nesses doze anos, em comparação com os trinta anos anteriores.
Na verdade, somente a linha costeira dos EUA e a de todas as outras nações teriam que suportar essa quantidade imensa de água. A maior das duas regiões andinas, o Campo de Gelo do Sul da Patagônia, despejou cerca de 20 bilhões de toneladas de água por ano no oceano, o que contribuiu com cerca de 2% do aumento do nível do mar desde 1998.
Um estudo da Universidade de Cornell e do Centro de Estudos Científicos de Valdivia, no Chile, estudaram o recuo dos campos de gelo no norte e no sul da América do Sul usando dois satélites da NASA com sistemas de detecção distintos, o ASTER e o GRACE.
“Com o ASTER, temos uma boa ideia de onde as coisas estão mudando. Mas com o GRACE, podemos observar quando elas mudam. Agora podemos contar com esses potentes equipamentos híbridos”, declarou Michael Willis, autor principal do estudo e pesquisador-associado da Universidade de Cornell, em um comunicado à imprensa.
Os satélites revelaram que o Campo de Gelo do Sul da Patagônia está perdendo cerca de 1,8m de espessura por ano desde 2000.
“Descobrimos que algumas geleiras estão estagnadas e outras avançaram ligeiramente, mas em geral, o recuo e a redução de espessura têm prevalecido. Curiosamente, observamos essa redução nos locais mais elevados, onde presume-se que seja mais frio”.

fonte: Discovery Noticias - http://blogs.discoverybrasil.uol.com.br/noticias/clima/

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Enorme fenda na Antártida é um verdadeiro quebra-gelo


Por Jason Major

Um dos satélites do Sistema de Observação da Terra da NASA registrou esta imagem da Geleira de Pine Island, na Antártida Ocidental, em 13 de novembro de 2011, depois que  uma equipe de pesquisadores descobriu uma fenda de 30 quilômetros de comprimento na gigantesca massa de gelo.


Membros da Operação IceBridge avistaram a fenda durante um sobrevoo com um DC-8 em 14 de outubro de 2011. Calcula-se que a rachadura tenha 80 metros de largura por 60 de profundidade.


Ao final do processo de ruptura, a fenda irá se separar completamente dageleira, criando uma imensa ilha de gelo com 900 quilômetros quadrados. A geleira de Pine Island drena 10% de todo o lençol de gelo da Antártica Ocidental. Embora o mais ameno e o aquecimento dos mares tenham afetado outras geleiras da Antártida, ocorrências de desprendimento como esta tem acontecido regularmente na Geleira de Pine Island ao longo das últimas décadas.


"É parte de um ciclo natural, mas muito interessante e impressionante quando visto de perto”, comentou Michael Studinger, cientista do projeto IceBridge, em outubro de 2011. "Parece que uma parte significativa da banquisa está prestes a se desprender”.


Devido a problemas de abastecimento de combustível, a Operação IceBridge  foi obrigada a cancelar seu ultimo voo, que partiria para a Antártida em 22 de novembro. Mesmo assim a missão foi um sucesso, e forneceu aos cientistas dados valiosos sobre a densidade do gelo e os eventos que elevam o nível dos mares, mesmo com a descoberta de poucas fendas ao longo do caminho.




Imagem: NASA/GSFC/METI/ERSDAC/JAROS, e ASTER Science Team/EUA-Japão.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Paineis de energia solar podem ser melhores “imitando” o efeito estufa

Se o uso da energia solar ainda não se popularizou pelos lares dos principais centros urbanos, é devido à relação ainda não muito boa no que diz respeito ao custo benefício. A solução para viabilizar essa alternativa energética, no entanto, pode estar na capacidade de imitar um dos problemas ambientais mais debatidos ultimamente: o efeito estufa.
Trata-se de um painel de captação desenvolvido pelo Instituto Tecnológico de Massachussets, nos EUA. No efeito estufa, uma camada de gases age como escudo na atmosfera, prendendo o calor na superfície da Terra.
Este painel, por sua vez, é composto de um material absorvente, feito de células fotônicas, que são desenhadas para prender a energia no interior do sistema. A radiação do sol entra através de aberturas e não é capaz de sair. A atual taxa de aproveitamento da energia solar, nos equipamentos, é de 31%. Com o novo modelo, esperam elevá-la acima dos 36%.
Os cientistas lembram, no entanto, que não adianta nada apenas aprisionar a energia dentro da “atmosfera” de um painel solar, se os mecanismos de conversão em eletricidade também não forem aperfeiçoados.
Com um mecanismo mais adequado nesse quesito, conforme explicam os pesquisadores, o índice de conversão poderia ser muito maior. A eficiência econômica de manter um sistema de captação da energia solar, por conseguinte, teria um aumento considerável, o que facilitaria o acesso a essa alternativa. 

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Alerta de chuva e vento fortes no Sul do Brasil

Um sistema de baixa pressão que se forma entre hoje e amanhã favorece a formação das nuvens carregadas sobre o Sul do Brasil. Nesta segunda-feira há condições para pancadas de chuva na Região e, amanhã (25/10), o risco de temporais aumenta.

Nessa terça-feira, as condições são altas para chuva forte e volumosa principalmente  no noroeste e no norte do Rio Grande do Sul, no centro-oeste de Santa Catarina e no centro-sul e oeste do Paraná. As rajadas de vento têm forte intensidade em todo o Sul do Brasil.



fonte CLIMA TEMPO

ALERTA!!!

sábado, 1 de outubro de 2011

Canadá enfrenta enormes custos do aquecimento global




Relatório encomendado pelo governo canadense diz que prejuízo causado pelas mudanças climáticas pode chegar a 80 bilhões de reais

O impacto econômico das mudanças climáticas no Canadá pode chegar à casa dos bilhões de dólares ao ano, segundo estudo publicado nesta  semana por um grupo que assessora o governo canadense.
O impacto econômico das mudanças climáticas no Canadá pode chegar à casa dos bilhões de dólares ao ano, segundo estudo publicado nesta  semana por um grupo que assessora o governo canadense.
O relatório intitulado "Pagando o preço: o impacto econômico das mudanças climáticas no Canadá", realizado pelo grupo Mesa Redonda Nacional sobre o Meio Ambiente e a Economia, calcula que os custos relacionados com o aquecimento podem subir anualmente a 5 bilhões de dólares (9 bilhões de reais) em 2020, situando-se entre 21 e 43 bilhões de dólares em 2050 (entre 38 e 80 bilhões de reais).


O estudo aponta uma redução da oferta de madeira, o aumento das ondulações por tempestades, danos causados por inundações devido ao aumento do nível do mar em áreas costeiras e baixa qualidade do ar nas principais cidades, o que aumentará o número de consultas hospitalares.
Por isso, pede a Ottawa para investir mais na geração e difusão de pesquisas e análises detalhadas para ajudar as comunidades a se adaptarem às mudanças climáticas e assim tentar evitar alguns custos adicionais.
O Canadá contribui com menos de 1,5% das emissões globais de carbono.
No entanto, o estudo indicou que "o aumento das emissões de gases de efeito estufa em todo o mundo exercerá um crescente impacto econômico" no país, devido a que os efeitos das mudanças climáticas ocorrem em seu território.
"As mudanças climáticas serão custosas para o Canadá e os canadenses", destacou.
Por exemplo, o aumento da temperatura e os maiores níveis de dióxido de carbono na atmosfera podem acelerar o crescimento dos bosques em algumas áreas.
Mas isto não compensará as perdas de árvores pelo aumento dos incêndios florestais, assim como a ocorrência de pragas e de fenômenos meteorológicos extremos, como tempestades de vento e neve.
O Canadá tem quase 3,5 milhões de quilômetros quadrados de florestas, que representam 10% de toda a superfície florestal mundial. A indústria madeireira impulsiona 1,7% do Produto Interno Bruto do Canadá.
As perdas no setor com as mudanças no clima podem chegar a 17 bilhões de dólares ao ano, concluiu o estudo, que destacou que a economia da província da Columbia Britânica (oeste) seja provavelmente das mais afetadas por sua dependência florestal.
As áreas baixas e densamente povoadas da costa do Pacífico, como Vancouver, e as regiões árticas, como Nunavut (que está experimentando o aumento de temperatura mais significativo) também enfrentarão os custos mais elevados per capita por danos de moradias devido às inundações, informou.
No entanto, as áreas costeiras da Ilha do Príncipe Edward, no Oceano Atlântico, são as que correm o maior risco, destacou o relatório.
As inundações em todo o país poderiam levar os custos das mudanças climáticas ao nível nacional a US$ 8 bilhões anuais em 2050, concluiu.
Por último, grandes cidades como Toronto e Vancouver experimentarão provavelmente mais ondas de calor no verão e pior qualidade do ar nos próximos anos, o que causará mais problemas cardiovasculares e respiratórios.
Em nível nacional, o fato de haver menos dias de frio extremo pode reduzir a incidência de doenças em geral e as mortes no inverno, destacou o informe. No entanto, algumas populações enfrentarão um risco maior de exposição a doenças infecciosas e transmitidas pela água e pelos alimentos.
A proporção dos custos, destacou o estudo, dependerá do aumento das emissões globais e do crescimento econômico e demográfico do Canadá. Fonte: IG

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